Fique por dentro

Postado em 20 de Janeiro de 2016 às 08h36

Tomar medicamento vencido faz mal?

Fabricantes são obrigados a estampar data de validade nas embalagens dos produtos

Nativa Farmácia e Manipulação Fabricantes são obrigados a estampar data de validade nas embalagens dos produtos Manter em casa um pequeno estoque de medicamentos e um kit básico para curativos pode fazer toda a diferença em algumas...

Manter em casa um pequeno estoque de medicamentos e um kit básico para curativos pode fazer toda a diferença em algumas situações. Pode ser útil ter em casa alguns medicamentos considerados de baixo-risco para usar em situações de emergência. O inconveniente é que a farmácia caseira costuma ser um estímulo para a prática perigosa da automedicação.

A questão torna-se mais grave quando não são respeitadas as condições ideais para armazenamento, manuseio e transporte, nem o prazo de validade dos produtos. De acordo com determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), todos os fabricantes são obrigados a estampar nas embalagens, as datas de fabricação (mês e ano) e de validade (mês e ano), assim como o número do lote do medicamento, seja ele controlado ou de venda livre sem apresentação de receita médica.

Caso o medicamento seja consumido após a data de vencimento, é preciso considerar duas condições:

Primeira: é sabido que os medicamentos vão perdendo a estabilidade lentamente a partir da data de fabricação, mas que o processo pode levar anos.

Segunda: a data final do prazo de validade é estabelecida pela indústria farmacêutica como forma de atestar que o produto mantém as características de eficácia e segurança até aquele mês e ano, desde que tenha seguido à risca as orientações sobre a melhor forma de armazenar o produto. Depois dessa data, os fabricantes estão dispensados de continuar os testes sobre a estabilidade das substâncias que compõem o medicamento.

Portanto, se o consumidor decidiu tomar um analgésico com data de validade vencida há dois ou três dias, talvez a única consequência será esperar mais um pouco pelo efeito, uma vez que o medicamento já pode ter perdido parte de sua eficácia. Agora, se for um medicamento de uso contínuo, como os indicados para controle de doenças crônicas (por exemplo a hipertensão e o diabetes), um antibiótico para o tratamento de infecções, ou seja, drogas que perdendo a eficácia podem pôr a vida em perigo, o bom-senso manda não arriscar. A melhor orientação é que o consumidor providencie um novo medicamento que esteja dentro do prazo de validade e não abusar da sorte.

Fonte: Camaçari Notícias

Veja também

Como detectar uma gripe comum e a H1N113/05/16Com sintomas diferentes é possível saber por qual vírus o paciente foi infectado Em meio a um surto de H1N1 no País, é importante estar atento às diferenças entre a doença e uma gripe comum. O alerta é da médica infectologista e diretoria da Atenção Especializada da Prefeitura de Itanhaém, Dra. Iloma Girrulat Bohen. “Na gripe comum, a pessoa tem coriza, dor de garganta, já na Influenza A/H1N1 a febre é alta......
Sal em medicamentos representa risco para a saúde do coração 17/12/13Analgésicos solúveis podem representar um risco pela alta concentração de sal contida neles Analgésicos solúveis podem representar um risco pela alta concentração de sal contida neles, alerta pesquisadores do Reino Unido, segundo a BBC. Algumas fórmulas chegam a ter mais sódio do que o recomendado......
Tire Suas Dúvidas sobre o Câncer de Mama13/10/14 1. O que é câncer de mama? O câncer de mama é um tumor maligno que ocorre nas mamas. Apesar de ser mais freqüentemente encontrado em mulheres, ele também pode ocorrer em homens. Corresponde à principal causa......

Voltar para Blog